sexta-feira, 5 de abril de 2013

301 - R2 - Texto musical

Turma: 301
Tema: texto narrativo embasado em música.
Data-limite: 12/04, às 23h59.
Valor: 1,0

22 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. MEMÓRIAS

    “Leve-me para casa
    Eu não tenho medo
    As estrelas nos meus olhos
    Eram luzes cintilantes
    Leve-me para casa
    Não me deixe desaparecer”
    (The Killers – Carry me home)

    Sofia procurava por entre os bilhetes uma memória esquecida. Sentia seu estômago revirar a cada nome que encontrava escrito nos papeis. As palavras, harmonicamente desenhadas, evocavam as vozes que tanto a atormentava, mas ela se sentia realizada por ter mantido aquelas lembranças – eram as melhores que podia ter e compensavam por muitas outras que não gostaria de ter. Mas lá estava, um pedaço de papel de caderno, rabiscado por letras ilegíveis, aquele que ela procurava.

    “Querida Sofia...” ela não tentou concluir a leitura. Lembrava-se de cada letra, cada palavra, até de cada pontuação errônea que lhe dava nos nervos. Lembrava-se dele. Do seu sorriso maroto, do seu olhar cativante, da sua voz suave e rouca, dele. Não tão distante, teve de se despedir. Abandonar todos os risos que com ele dera, todos os abraços que dele recebera, todas as palavras que um dia já ouvira. O tempo passa, e a mudança é inevitável. Separaram-se para nunca mais se encontrar, mas o sentimento perdurou por todo o tempo. Até agora.

    Em suas palavras restou o pedido: não permita que isso acabe. Mantenha a chama viva da tua alma, deixe com que as memórias se imortalizem, lembre-se sempre de mim que, assim, me lembrarei de ti. Sofia levou consigo, em sua alma vermelha de paixão, todas as lembranças, como se fossem sagradas para toda a vida. Mas, conforme o tempo passava, e a distância aumentava, sua alma tornou-se de um tom vermelho vivo para um esverdeado vibrante – a esperança era tê-lo de volta. Pobre Sofia, mal sabia ela que o retorno não aconteceria.

    Perdeu suas esperanças, enegreceu sua alma. Já não sabia o propósito de mais nada, mas ainda mantinha, bem guardadas, as cartas a ela endereçadas. De início, lia e relia cada frase, procurava sentir as memórias. Sentava-se próxima a janela, perdia-se ao meio dos montes de papeis. Mas, por cada vez mais que insistia naqueles rabiscos, Sofia já não encontrava o sentido. Naquele dia mesmo, em que se decidira abandonar as lembranças que só a impediam de seguir, o sol brilhou mais forte e o céu, num tom de azul pacífico, tornou-se limpo. Era um grande passo, que ficaria para uma outra história, mas não custa dizê-lo aqui mesmo.

    Sofia desprendeu-se do passado, o seu olhar brilhava ainda mais do que antes. Estava livre e sentia-se bem. Aquelas cartas não foram destruídas, mas deixadas de lado. Sorria alegremente ao ver o dia amanhecer. Sorriu ainda mais quando reencontrou o olhar que cintilava ao encontrar o dela. Os olhos castanhos e aconchegantes, o sorriso perfeito e o calor do toque fez com que Sofia se esquecesse daqueles montes de papeis que tivera separado. Mas, embora ela não percebesse, a memória se fazia, naquele outro alguém, eternizada. Aquela era a lembrança que não desvanecia.

    ResponderExcluir
  3. INCERTEZA

    “Como se o silêncio dissesse tudo
    Um sentimento bom que me leva pro teu mundo
    A vontade de te ver já é maior que tudo
    Não existem distâncias no meu novo mundo”
    (Charlie Brown jr.)


    Era Agosto, um ano que aquele pesadelo tinha tomado início. Agora, Antonella tinha certeza que havia passado por umas das maiores dores que alguém pode sentir. A dor física era nada comparada a dor emocional, aquela dor que corrói e perdura por dentro. Só quem amou de verdade podia entendê-la, naquela altura do campeonato se sentia melhor, mas não totalmente curada. Antonella tentava esquecer um relacionamento conturbado que durou por três anos, no qual não havia mais esperanças de um futuro bom, por isso resolveu deixar de lado. Com muita luta, dor e choro. Os primeiros dias e meses pareceram se arrastar, ela lutava contra si mesma, parecia mover uma grande montanha a sua frente, não tinha mais forças. Mas, mesmo com toda essa dificuldade, Antonella sabia que essa dor passaria com o tempo.
    Agora, que já se sentia melhor o desafio era outro: Ver seu grande amor nos braços de outra pessoa. Tarefa difícil, Antonella evitava as redes sociais, evitava festas e eventos onde poderia os encontrar. Esforçava-se para amar seu novo namorando tanto quanto, e não decepcioná-lo, e por muitas vezes até conseguia, mas o sentimento de volta tomava conta de seu peito.
    Em um dia, normal como todos os outros, Antonella acordou arrumou-se para ir rumo ao trabalho. Durante a viagem, escutava músicas com seu fone de ouvido e falava por mensagens com seu namorado. Tudo corria bem. Até que recebeu uma ligação inesperada, de um número desconhecido. Era ele. Desesperada, ficou sem reação e palavras, não sabia o que falar muito menos como agir diante da situação embaraçosa. Mais calma, conversaram por alguns minutos. Ao desligar o telefone, Antonella apenas gravou daquela conversa algumas palavras que jamais sairiam da sua mente “Se for pra ser, será, não importa quanto tempo levar”. Se sentiu confortável. A partir dali, tocou sua vida, com o propósito de não pensar mais naquele problema, sabia que algum dia ele iria se resolver naturalmente.

    ResponderExcluir
  4. A janela

    “Ainda me lembro do seu caminhar
    Seu jeito de olhar, eu me lembro bem
    Fico querendo sentir o seu cheiro
    É daquele jeito que ela tem
    O tempo todo eu fico feito tonto
    Sempre procurando, mas ela não vem
    E esse aperto no fundo do peito
    Desses que o sujeito não pode aguentar, ah
    E esse aperto aumenta meu desejo
    Eu não vejo a hora de poder lhe falar”
    (Gilberto Gil - Esperando na Janela)

    No dia 27 de setembro de 1990, João estava trabalhando quando avistou uma linda mulher pela sua janela, ela estava entrando no prédio em que João trabalhava, ele ficou impressionado com a beleza de tal mulher,com seu jeito elegante de andar e o leve balanço de seus cabelos aos ventos.João tentou voltar a focar no trabalho mas a imagem daquela linda mulher não deixava sua cabeça, João então foi para casa, quando ele estava tomando banho, ele avistou pelo basculante a mesma mulher que ele avistara, logo depois ele foi dormir mas aquela mulher continuava em sua cabeça.
    No outro dia, João estava entrando no prédio quando viu a linda mulher que ele via pela janela, ela parecia estar procurando alguma sala, então João aproximou-se e pediu se ela queria uma ajuda, foi então que João descobriu que ela iria para a mesma sala onde ele trabalhava e que o nome da linda mulher era Joana, João pediu então o que ela queria nessa sala enquanto eles estavam no elevador, ela falou que iria trabalhar lá, João então revelou para ela que ele também trabalhava naquele lugar.
    Na hora do almoço, João convidou Joana para almoçar com ele em um restaurante pertinho dali, então lá foram eles, enquanto almoçavam eles iam se conhecendo melhor, eles continuaram almoçando juntos todos os dias, e com isso um sentimento foi crescendo junto ao João no inicio ele não sabia o que era mas com o passar do tempo descobriu que aquele sentimento era amor.Ele ficava em casa refletindo se ele deveria se abrir para ela, mas decidiu não se abrir com ela pois estava com medo de que ela se afastasse.
    Um dia, João decidiu se abrir pra ela, ela revelou que sentia o mesmo por ele e então começaram ali um namoro, que algum tempo depois resultou em irem morar juntos.Todo fim de tarde quando chegavam em casa, Joana ia na padaria e João ficava esperando na janela, até que um dia Joana não voltou, João ficou esperando na janela até ficar tonto e pegar no sono, mas ela não voltava, e até morrer João sempre ficava no fim de tarde olhando pela janela a espera de sua amada.

    ResponderExcluir
  5. A VIAGEM


    “Há um assassino na estrada
    seu cérebro está contorcendo-se como um sapo
    Tenha um longo feriado
    Deixe suas crianças brincarem

    Se você der uma carona a este homem
    A doce família morrerá
    Assassino na estrada”
    (The Doors-Riders on the storm)

    “Eu estava viajando com minha família, minha mulher e meus dois filhos, estávamos indo para o litoral, para visitar os meus parentes, pois era aniversário de meu sobrinho. Era feriado da Semana Santa e chovia muito forte.
    Durante a viagem um homem, pedindo carona, ele tinha uma cara de homem louco, quase um assassino psicopata, por um momento achei que ele iria pular no nosso carro e nos matar, mas eu o ignorei e continuei a viagem, porém era Semana Santa e pensei que ele ia ficar longe de sua família, foi como uma obrigação, porém foi por livre vontade que voltei para dar uma carona a aquele homem que todos haviam deixado para trás, também seria uma pena se ele se adoentasse e ninguém fosse ajuda-lo por causa da chuva.
    No carro perguntei de onde ele era; Ele dizia que era de lugar nenhum, sempre se estremecia na viagem, fazia perguntas sobre nós como: quando saíamos, para onde iriamos, quando ficávamos sozinhos longe de pessoas, até parecia que queria nos matar. Havia marcas em todo o seu corpo, perguntei o que eram ele falou: ”A são marcas de pessoas que já se foram há muito tempo...”. Depois desta fala eu me calei por um bom tempo.
    O homem continuou com sua “mania” de se estremecer e começou a roer suas unhas como se estivesse cada vez mais ansioso por algo, de vez em quando ele começava a falar que “nós” iriam dilacerar as pessoas que estavam no carro, comecei a me estranhar este homem cada vez mais, meus filhos já olhavam com medo e resolvi larga-lo em algum local próximo. Eu o larguei em um posto de gasolina, ele me implorou para não larga-lo, mas eu o larguei.
    Após algum tempo de viagem vi vários carros da polícia indo em direção ao posto enquanto no radio ouvi que um homem foi morto a facadas no posto, tentei ignorar.
    Alguns dias depois o homem se deparou com nós quatro na rua e na minha frente ele matou meus filhos e minha mulher se fez três cortes em seu braço e me disse que iria me abandonar sofrendo do jeito que eu o deixei...”

    ResponderExcluir
  6. SEGREDO
    “Tenho um segredo
    Você pode guardá-lo?
    Jure que esse você irá guardar
    Melhor trancá-lo em seu bolso
    Levando ele ao seu tumulo
    Se eu te mostrar então eu sei que você
    Não vai contar o que eu disse
    Porque duas pessoas podem guardar segredo
    Se uma delas está morta”

    Era uma noite comum , Alison estava na casa de Katherine , as duas eram melhores amigas desde a quarta serie , onde planejavam a festa que iriam dar na casa de Alison , pois seus pais iriam fazer uma viagem de negócios ,deixando a casa livre para elas.Alison e Katherine eram as meninas mais populares do colégio , conseguido sempre tudo o queriam , absolutamente nada nem ninguém ficava no caminho das duas.Alison era a filha mais nova , assim sendo a mais mimada pelo sue pai, tinha longos cabelos loiros ,olhos azuis ,magra , o típico estereótipo de patricinha, já Katherine era filha única com longos cabelos castanhos que combinavam perfeitamente com suas curvas e olhos cor marrom esverdeado.
    Enquanto planejavam a festa que iriam dar , em comemoração de seu ultimo ano escolar,o celular de Alison não parava de tocar nem por um instante,ao ser perguntada quem estava ligando Alison fez pouca importância ao fato e disse que não era nada , porem Katherine percebeu que ela estava escondendo algo , algo que estava guardando só para ela já há algum tempo.Katherine pega na mão de sua amiga e diz que poderia confiar nela para dizer qualquer coisa,Alison olha no fundo dos olhos de Katherine e pergunta “se eu ti contar um segredo você jura pela sua vida que nunca ira contá-lo a ninguém?”,Katherine faz um sinal positivo e diz “eu juro pela minha vida”
    Na manha seguinte o clima estava tenso entre as garotas e Alison começa a se arrepender de ter contado a alguém.Durante as semanas que se passarão Katherine começou a afastar-se cada vez mais , encontrando-se apenas para confirmar a festa.Porem a festa deveria ser cancelada , pois os telejornais estavam marcando uma forte tempestade , segundo eles a mais forte de todo o mês ,fazendo com que os planos de ambas fossem por água a baixo.
    Alison , que já estava farta com o afastamento da amiga, resolve ir tirar satisfações com a ex amiga.Ao chegar na casa de Katherine percebe que a casa estava fazia , porem resolve entrar,ao entrar começa a escutar risadas vindo da sala de estar , ao chegar mais perto percebe que eram as risadas de Katherine.Ao tentar chegar mais perto para falar com a amiga escuta algo que nunca queria ouvir , escuta o seu segredo sendo contado a outra pessoa,seus olhos encheram de raiva e sem pensar duas vezes vai na direção de Katherine , que acabava de desligar o telefone,Alison então coloca as duas mãos no pescoço da ex amiga e aperta , e quanto mais apertava via a vida sair dos olhos de Kathrine ao poucos ate deixar de existir.Ao a família chegar em casa vê a casa completamente vazia sem Katherine , sem Alison sem ninguém.Ao amanhecer o corpo de Alison e encontrado boiando em um rio , porem o de Katherine nunca foi encontrado.Alguns dias depois do corpo ser encontrado Mona , a segunda pessoa que saberia o segredo de Alison recebe uma carta onde dizia” duas pessoas podem guardar segredo
    Se uma delas está morta”.

    ResponderExcluir
  7. “Num sonho eu era como o vento e podia voar
    Voei pra ver as maravilhas de cada lugar
    Dancei com os índios, mergulhei entre os corais
    Troquei idéia com um coroa que era demais
    Vi dreadlocks e confetes bailando no ar
    E três amigas se abraçavam de se transbordar
    Agradecido, aplaudi o pôr-do-sol
    Por onde for terei seu fogo como o meu farol”

    (Forfun, O Viajante)

    Era mais uma tarde fria em Porto Alegre. Mês de Junho. Eu estava rodeando a casa, pensei em sair na rua para andar de bicicleta, mas o frio era tanto que não tive coragem. Liguei a TV e passava um programa sobre a Europa e seus pontos turísticos. Após o termino do programa fui tomar um banho. Jantei deliciosas panquecas de chocolate e liguei novamente a TV. Desta vez me sintonizei num telejornal. A primeira notícia que vi foi sobre o verão de Barcelona. Pessoas tomando sol e passeando ao ar livre. Brevemente fizeram um comentário sobre uma praia artificial feita em Paris. Digo uma coisa: o frio que fazia na minha cidade e aquelas imagens me deu um choque. Logo me lembrei de um conhecido que havia passado seis meses na Europa, morando em hostels. A partir desta lembrança e do momento literalmente frio que passava, tive um devaneio.

    Três dias se passaram desde que vi as paisagens mediterrâneas na TV. Logo depois daquilo me veio a idéia de seguir meu amigo e passar uns meses no primeiro mundo. Lembrei-me então de uma certa quantia em dinheiro que eu estava guardando a nove anos. Era uma total de trinta mil e trezentos reais. Ai que decidi fazer o famoso “mochilão”. Não demorou uma semana já estava com tudo esquematizado e mapeado. Já havia comprado a passagem (só de ida por enquanto). Tive um pouco de sorte pois meu passaporte já estará autenticado, pois a cinco anos atrás eu iria realizar este sonho, mas não deu certo. Dentro de sete horas eu estaria no Aeroporto Salgado Filho, rumo a São Paulo e, depois, Paris.

    Dia vinte e cinco de Junho, exatamente as cinco e quarenta da tarde. Estava em território francês. Lembro que só queria me deitar. Cheguei então ate o Hostel Casa de Brazil, lugarzinho de donos argentinos, mas feito por brasileiros. Estranho eu sei, mas era a realidade. No dia seguinte conheci os lugares mais normais para se visitar, como a torre Eiffel. Vale lembrar que com o auxilio de uma câmera fotografia registrei em fotos e vídeos várias partes do passeio. No terceiro dia de viagem eu tive a idéia de criar um blog na internet contando a minha viagem. A popularidade do blog foi tanta que cheguei a ser reconhecido em pleno território estrangeiro, claro que por no máximo umas três pessoas. Continuei então postando meu dia a dia no blog pelo restante dos meses naquele ótimo lugar.

    Quinto e último mês de viagem. O frio e a neve já se faziam presentes nesta terra. Agora eu residia na Inglaterra, já havia passado por Escócia, Espanha, Portugal, Irlanda, Grécia, Itália e Alemanha. Claro que não conheci tudo que queria, pois o tempo parecia correr mais rápido nos relógios europeus. Chegava então a hora de voltar para casa. Vale lembrar o que eu ainda não disse. Quando decidi sair de Porto Alegre para esta viagem eu me demiti, ou seja, voltaria desempregado. Aproveitei meus três últimos dias no velho continente. Comi bons queijos e tomei bons vinhos, claro que sem gastar muito, pois o dinheiro era curto. Chegando ao Brasil tenho uma surpresa. Um telefonema de uma produtora de TV. Ela estava interessada em minhas histórias, pois como disse meu blog ficou meio famoso entre os brasileiros. Fim da história: Virei apresentador em um programa de TV sobre viagens e intercâmbios. O público alvo era jovens entre dezoito e trinta anos. Pessoas sem muito dinheiro, mas com o sonho de conhecer outras culturas e lugares. Nunca imaginei tudo isso, mas sempre acreditei.

    ResponderExcluir
  8. O dia em que roubaram minha bicicleta


    “Um negro roubou minha bicicleta”
    (Artista desconhecido – Nigga stole my bike)


    Era sábado. O dia estava lindo, ensolarado. Decidi que iria dar uma volta no parque que havia aqui por perto. O clima estava agradável, pensei então que seria melhor ir de bicicleta, pois assim eu me cansaria menos e poderia aproveitar mais o passeio. Chegando lá, encontro um amigo meu. A gente fica dando umas voltas pelo local, conversando um pouco, até que a ideia de ir na casa dele jogar um play surge. Como eu não tinha nada melhor pra fazer, fui.

    Ele morava numa parte mais pobre do bairro, com pequenas casas muito próximas das outras, formando pequenos becos entre elas. Não era porque o bairro era pobre que não havia segurança, era tudo tranquilo por lá, então decidi deixar minha bicicleta na rua mesmo. A tarde foi passando, já eram cinco horas quando eu estava me preparando para ir embora, mas, por algum motivo desconhecido, decidi ficar mais uma horinha. Foi aí que ouvimos o som de sirenes por perto. Um carro de polícia passava pelo local. Pensamos que fosse só uma ronda, nada de mais, mas a porta traseira do carro se abriu e um homem caiu de dentro do carro. Era um homem negro, de camiseta regata branca e um jeans azul. Ficamos ali, escondidos, reparando na cena que se passava. O homem logo se levantou, olhou para os lados com uma cara de apavorado, parecia procurar por algo. Ele começou a caminhar em direção à avenida e, quando chegou perto da minha bicicleta, simplesmente subiu e saiu pedalando feito louco pela rua. Eu não fiz nada, o cara tinha saído de uma viatura, poderia ser perigoso confrontá-lo. Eu e meu amigo nos olhamos, olhamos para a rua novamente, e então eu disse: “Mano... Aquele negão roubou minha bike!”. Eu pedi a bicicleta do meu amigo emprestada para tentar seguir o cara. Saí em disparada pela rua, tentando procurar por um negro de regata branca e jeans azul em cima de uma bike vermelha. Fiquei surpreso por achar ele não muito longe dali, entrando numa loja de conveniências. Percebi que era a minha chance de pegar a minha bicicleta de volta. Parei do lado da bicicleta, olhei para dentro da loja para ver se o cara estava olhando para a rua, mas a única coisa que pude ver era o balconista rendido e o homem roubando o dinheiro da caixa registradora. Neste momento, tanto o ladrão como o balconista olharam pra mim. Pensei: “Pronto, é agora. É agora que eu morro...”. Eu simplesmente comecei a pedalar, não pensava em nada, só queria sair o mais rápido possível dali. Olhei para trás, e a única coisa que eu via era um negão pedalando loucamente para tentar me alcançar. Naquele momento eu desisti, sabia que não havia como competir com um ladrão. Parei de pedalar, deixei o embalo da bicicleta me levar. A minha sorte era algo tremendo, pois, nesse instante, uma viatura estava parada logo no final da rua. Comecei a pedalar como se não houvesse um amanhã(o que não haveria caso eu não pedalasse...). Quando cheguei perto, apenas pulei da bicicleta. Me machuquei um pouco, me arranhei aqui e ali, mas consegui a atenção dos policiais. Contei aos policiais que o cara estava armado e me perseguira. O ladrão tentou escapar, mas fugir de bicicleta dos policias não foi inteligente. Logo o derrubaram e o prenderam. Depois que as coisas se acalmaram, contei a história toda para eles. Perguntei: “Posso pegar minha bicicleta agora?”. Os dois se olharam, deram uma risada, e o policial que produzia mais melanina que qualquer um ali presente respondeu: “Agora a bicicleta é evidência...”. Cara! Era o segundo negão que roubava minha bike no mesmo dia!

    Pelo menos não posso dizer que saí de mãos vazias de lá... Na verdade saí, mas aprendi uma lição que eu não vou esquecer nunca mais: Pessoas são más, não importa sua cor, nacionalidade, idade... Não importa, elas são más e ponto. Mas, caso você pense em deixar sua bicicleta solta na rua, cuidado! Sempre poderá ter um negro pronto para roubá-la e usá-la num assalto.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Música completa pra quem não conhece: https://www.youtube.com/watch?v=t3uAdC6xkEY

      Excluir
  9. TEMPO
    "No dia em que te conheci
    Você me disse que nunca se apaixonaria
    Agora que entendo você
    Sei que era medo na verdade
    Agora estamos aqui, tão perto
    E ainda tão longe, não fui aprovada no teste?
    Quando você perceberá
    Querido, que eu não sou com o resto?"
    (Give Your Heart a Break- Demi Lovato)

    Eu estava de ferias com a minha família na Praia, não tinha mais nada de interessante no mundo para se fazer, então eu decidi que ia dar uma caminhada e ver o mar, foi ai que eu o vi, ele estava la, tão concentrado olhado profundamente para o mar, eu não resistia a querer saber o que estava acontecendo, ele parecia estar bravo pois a todo momento ficava chutando a areia e resmungando, eu não teria nem chegado perto se não fosse pelo que eu vi no rosto dele uma mistura de angustia e tristeza. Alguma coisa dentro de mim me vez ir em frente e eu perguntei: "Esta tudo bem?"
    Ele parecia confuso como se não esperasse uma pergunta assim e então respondeu "Eu nunca mais vou me apaixonar de novo, nuca mais..." "O que aconteceu?"
    Foi ai, quando ele começou a contar a história sobre o que tinha acontecido que eu comecei a entender o porque de ele estar daquele jeito, ele tinha uma namorada na qual ele era muito apaixonado, só que a namorada dele estava ficando com o melhor amigo dele também e um dia, naquele dia, ele havia pegado os dois juntos e estava realmente triste dava para ver enquanto ele contava para mim toda a historia.
    Foi desde este ponto que as coisas começaram a acontecer nesse dia ficamos até tarde conversando sobre corações partidos, no outro dia encontrei ele de novo na praia e no outro dia de novo e de novo... E todos esses dias fazíamos algo diferente, eu gostava de conversar com ele, de ficar com ele, eu gostava de tudo nele. A cada dia que se passava parecia que ele estava esquecendo a antiga namorada ainda mais, e eu estava cada vez mais apaixonada por ele.
    Um dia antes de eu ir embora nos encontramos por uma ultima vez caminhamos e conversamos muito, nos sentamos na areia da praia e ficamos nos encarando por alguns segundo até que nos beijamos, quando nos separamos ele disse: "Nos não devíamos ter feito isso" "Porque" "Por que desde a minha ultima namorada prometi para mim mesmo não me apaixonar então é melhor que agente fique separados" "Sabe o que eu acho, eu acho que voce esta com medo de se envolver com alguém novamente, mas algum dia você vsi se apaixonar de novo e por que não por mim, eu não passei no seu teste?" "Não, não é isso, e que..." "Quando você vai perceber que eu não sou como o resto?". Eu saia ndando não cheguei nem a esperar por uma resposta estava com raiva demais para isso, voltei para a casa no outro dia me tranquei no meu quarto e fiquei pensando sera que é possível não parar de pensar em uma pessoa a cada segundo que se passa, pois é, é assim que estou agora sentada na janela do meu quarto, olhando para chuva e ouvindo uma musica toda romanticazinha e pensando na conversa que tivemos, quando minha mãe entra no quarto e me entrega um bilhetinho dizendo que um garoto tinha deixado para mim um pouco antes de sairmos e que ela havia lembrado de me dar só agora. Abri o bilhete e estava escrito "Você tinha razão, você não é como as outras, desculpa.". Pulei direto para minha cama peguei, o celular e disquei o numero dele, ficamos falando por horas. No outro dia nos encontramos e começamos a namorar.

    ResponderExcluir
  10. PORTO ALEGRE
    Faz frio em Porto Alegre toda noite
    E de longe eu não posso te ver
    Então me perco em pensamentos de um passado
    Que há muito tempo eu quero esquecer
    Eu só quero falar que ao teu lado
    Eu tava errado, eu nunca consegui viver.
    (Fresno)

    Em uma fria manha de inverno, Marcos estava passando em frente á escola de sua namorada, e viu ela e um amigo dele conversando. Na hora achou estranho, mas preferiu não fazer nada. Ele ficou desconfiado, e todas as manhãs passava pela escola dela. Certa manhã, Marcos viu sua namorada e seu amigo se beijando. Ele ficou arrasado, pois amava sua namorada, e jamais imaginava que seu amigo poderia fazer uma coisa dessas com ele.

    Marcos então resolveu conversar com sua namorada, e ela disse pra ele que não o amava mais. Ele ficou muito decepcionado, sofreu muito. Parou pra pensar, e percebeu que Helena já havia o decepcionado antes. Marcos então começou a pensar que não tinha valido a pena namorar com ela.

    Anos se passaram, e Marcos ainda não havia esquecido Helena. Então ele teve a ideia de ir morar nos EUA. La ele acabou conhecendo uma menina, chamada Julia, ela era muito divertida, e fazia Marcos ficar tão feliz, que assim ele acabou esquecendo Helena. Com o passar do tempo, eles acabaram se apaixonando.

    ResponderExcluir
  11. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  12. “Eu também tenho uma gaveta vazia no guarda-roupa traz as suas coisas pra cá, bem
    Eu também tenho um sorriso velho que escondi nos meus guardados de dor
    E no meu coração eu tenho frases que você nunca ouviu de ninguém”
    (Thalles Roberto)

    Fernanda estava passando por situações que jamais imaginara passar, sentia uma dor que acreditava ser impossível alguém sentir, era uma infelicidade que parecia não ter fim. Dentro de casa, que é o lugar que normalmente se deve ter paz e harmonia, era tudo totalmente ao contrário. Os pais estavam em processo de separação, e usando Fernanda como culpada. Sua irmã, que talvez fosse a única pessoa com quem pudesse contar, a odiava por acreditar que a culpa da separação dos pais realmente fosse dela. Com tudo isso acontecendo, Fernanda buscava desesperada pelo apoio de suas amigas, as quais conhecia a mais de dez anos, mas neste momento percebeu que nem elas estavam ali, que eram amigas apenas de momentos bons. Essa foi uma das maiores decepções que sofreu.
    Fernanda sabia que não poderia deixar de viver, e que teria que aprender a lidar com essas mudanças, ela acreditava muito em Deus, e sabia que ele lhe daria forças, e que tinha algo muito maior e melhor guardado para ela. Começava em sua vida uma fase muito importante, em que coisas novas iriam acontecer. Já formada no curso Engenharia Química, começaria a trabalhar uma em empresa multinacional. Este emprego foi uma das melhores coisas que aconteceram na vida de Fernanda nos últimos tempos, pois fez com que ocupasse sua cabeça e criasse novos objetivos em sua vida.
    Foi exatamente neste novo emprego que aconteceu algo que transformaria sua vida, foi um olhar que mexeu com seu interior, que a fez criar novos sonhos. Depois de dois meses na empresa Fernanda conheceu Marcio, um rapaz muito discreto e educado, que sempre a tratava como uma rainha. Os dois passaram a conversar e se conhecer mais. Não começaram logo de cara um relacionamento, mas sim se conheciam pouco a pouco, e o sentimento que se criava dentro de seu coração era algo que estava ficando incontrolável e que a cada dia mais tomava conta dela.
    Fernanda continuava com os problemas em casa, mas nunca se sentira tão feliz como agora, ela era tratada com tanto carinho, que era capaz de ser maior do que qualquer dor que poderia sentir. Em um dia como qualquer outro, Fernanda chega ao trabalho, e em frente a sua sala Marcio a espera com um buque de flores, e ajoelhado a sua frente faz o pedido de namoro. Fernanda chorou muito, pois além de muito feliz com o pedido, nunca havia sido tão importante para alguém.
    Este relacionamento foi criando raízes muito fortes, não era algo que acabaria logo, mas sim um amor para durar a vida toda. Não havia um dia sequer que Fernanda não recebesse mimos ou não fosse tratada com muito carinho. Eram presentinhos, cartinhas e surpresas todos os dias. Marcio não só namorava Fernanda, mas também cuidava dela, conseguia fazer com que ela não ficasse sofrendo com o que acontecia dentro de sua casa. Era um amor incondicional, que superou as mais diversas barreiras.
    Houve um dia então, que conseguiu ser melhor do que todos os outros, que foi capaz de criar emoções e sentimentos ainda mais fortes. Foi quando Marcio, com uma aliança na mão, e apenas pelo olhar sincero e amoroso disse a Fernanda que queria ela ao seu lado todos os dias, para cuida-la, protegê-la, mostrar amor das formas mais incríveis e que ela jamais havia visto, para criar uma família com a mulher da sua vida.

    ResponderExcluir
  13. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  14. “E acaba sempre tudo igual
    Ninguém esquece no final
    E as férias viram só recordação
    Você no seu mundinho e eu
    Rindo do que aconteceu
    Foi só mais uma história de verão”

    (Forfun,História de Verão)



    Bruno era um clássico menino de Porto Alegre, tinha dezesseis anos, vivia com seus pais. Sua família era da famosa classe média com boas condições de vida. Tinha uma casa na praia, mais precisamente em Costa do Sol. Todos os verões Bruno e seus pais passavam férias lá, até que um dia Bruno saiu com seus amigos, que fez com o tempo na praia, e durante este passeio conheceu Laura. Ela era uma menina linda, natural dali. Laura, que estava com suas amigas também, acabou passando a noite junta com Bruno e seus amigos, como uma “reunião de conhecidos”. Bruno então percebeu algo diferente naquela menina. Seus amigos inclusive notaram que ele gostou dela de um jeito amoroso. Várias reuniões se seguiram dali em diante. Bruno acabara por ver a linda menina várias vezes na semana. Certo dia aconteceu. Eles se beijaram em frente ao mar, sozinhos, mas com uma alegria que não os deixava só. Uma semana se passou e Bruno falou para Laura o que sentia sobre ela. Disse que se interessou muito por ela. Laura então fez um enorme charme e disse que tinha que voltar para casa. Ficaram dois dias sem se ver.

    Após os dois dias sem se verem, o novo encontro acontece. Laura parece estar um pouco diferente, mas Bruno não da muita atenção a isto. Eles saem a andar pelo calçadão da praia. Beijam-se e trocam abraços. Bruno sente tudo aquilo com muito mais intensidade do que a menina local. Ele nota isso, mas opta por não comentar nada. Ambos retornam as suas casas e o menino se sente um pouco triste, pois não sentiu firmeza na menina. Chegando a sua habitação praiana ele resolve jogar futebol com seus amigos e uns moradores locais, de sua faixa etária. O pós jogo é na padaria do Seu Joaquim, com sorvete e muita água. Bruno faz amizade com Demétrio, menino de dezessete anos que mora ali mesmo, em Costa do Sol. O garoto de Porto Alegre comenta sobre Laura, então o morador da praia tem uma expressão facial de arrepiar. Bruno logo pergunta o que aquilo queria dizer. Demétrio então, calmamente, explica que Laura na verdade só se aproveita dos outros. Todos os anos é a mesma coisa, chega um turista, ela namora e depois esquece e não se apega. Bruno acaba então chorando, seus amigos presentes na mesa vêem como ele gostou dela, mas nada podem fazer.
    Logo no outro dia, o casal se reencontra. Faltara mais ou menos uma semana pra Bruno voltar para Porto Alegre. Ele, gostando muito da moça, pensava em pedi-la em namoro, mas desiste depois do que descobre sobre a encantadora menina. Ele então chega e já pergunta a Laura o que significava as palavras de Demétrio. Laura lhe confirma tudo, para desespero do rapaz. O que ocorre depois é uma despedida melancólica por parte de Bruno. Ele chora, mas Laura não da muita atenção e vai embora. Bruno volta para Porto Alegre muito triste, mas com uma aprendizagem que filme ou livro nenhum lhe traria. Ele sente que um dia ira esquecer Laura e que aproveitar o momento é melhor que aproveitar um futuro que não se sabe se vai existir.

    ResponderExcluir
  15. Cinco Minutos de Fama - BarlowGirl
    ‘’ Essa era uma história comum,
    sim quem se preocupa que eu mudei?
    Por que as pessoas estão ficando fora de si?
    Talvez eu cedi mais do que eu deveria,
    talvez eu me vendi’’
    5 minutes of fame – BarlowGirl

    Mary fez sempre as mesmas coisas, foi sempre a perfeitinha, a menininha que todos viam como o maior exemplo de todos, na qual os pais confiavam completamente, uma guria organizada, que tocava violão e saia pra se divertir com a galera quando podia.
    Sabe aquela imagem que andou rolando no facebook, que só sendo ‘’Jedi’’ pra conseguir conciliar o sono, estudos e amigos? Então, ela é essa pessoa: ia muito bem na escola, tinha os seus amigos, e sempre arranjava um tempinho pra dormir e estar bem no dia seguinte. E o mais importante: era uma pessoa muito tranquila, não entrava em brigas.
    **************************************
    Era um dia chuvoso, mas nem por isso os colegas de Mary estavam ‘’pra baixo’’:
    - Hey Mary! Faz tanto tempo que a gente não sai e faz alguma coisa! Que tu acha de fazermos algo hoje?
    - Bah! Sério Martin, to precisando disso, depois desse dia com 3 provas... Mas então, o que tu tem em mente?
    - Ah, podemos falar com o Bryan, a Sarah e a Carla e irmos pra praça perto da tua casa. Leva a ‘’viola’’ e umas músicas novas pra tirarmos.
    - Ideia perfeita! Fecho então, pode ser às 15h?
    - Claro! – disse Martin entusiasmado – Só vou avisar a galera ok?
    - Tranquilo, nos vemos.
    E assim foi aquele dia, mas Mary recebeu uma estranha ligação...
    - Alô? Mary? Oi, é a Betina!
    Betina... Betinha... Quem é Betina? Então Mary se lembrou! A guria que nunca gostara dela na escola, e porquê ela falaria com Mary justo no último ano? Tudo bem que as aulas a recém haviam começado, e que Mary ajudava muitas pessoas com temas e trabalhos e que era organizadora da turma, mas... A Betina?
    - Ahm... Oi, o que aconteceu com a turma? Algum problema? - Respondeu Mary
    - Não não, nada aconteceu, só queria saber se tu não queria sair comigo, com o Ryan e o Mattew hoje à noite.
    Tudo bem que eu e a Betany nunca havíamos nos estressado,mas, justo ela? Me convidar pra sair?
    - Não sei, pode ser... E aonde vocês vão?
    - Ah, vamos pegar um cinema.
    Cinema?
    - E que filme vão ver?
    - O novo do Harry Harridson, ''Uma noite após a outra''.
    E eu que jurei nunca ver um filme produzido por esse cara...
    - Pode ser, que horas?
    - Às 20h pode ser? No New Feber.
    - Pode sim... Nos vemos lá. Tchau.
    - Tchau.
    E quando eu desliguei, Bryan, Sarah e Martin estavam à minha volta.
    - O que Betany queria contigo? - Exclamou Martin
    - Ah, ela me convidou pra irmos ao cinema hoje...
    - Mas porque disso? Ela nunca falou contigo! - Disse Sarah
    - Pois é, mas talvez ela esteja querendo alguma coisa importante.
    - Pra que? Pra dormir com o Ryan? - riu Sarah
    - Não sei, mas se é isso, ela não vai conseguir!
    *********************************
    Como diz uma música: ''Era este o valor que eu dei, Por cinco minutos de fama?, Minutos pra quem não sabe nem meu nome, Cinco minutos de fama'', realmente foram meus ''minutos de fama'', Ryan, Betany e Mattew perguntaram muitas coisas sobre mim, depois que saimos do cinema e fomos às compras, nunca imaginei que pudesse me divertir tanto com eles. Betany enlouqueceu, resolveu comprar roupas pra mim, e não deixou eu pagar nem a metade se quer!
    Ryan e Mattew também são muito loucos, não sei porque nunca conversei com eles, acho que esse será o início de uma grande amizade.
    *************************************
    E já se passaram dois meses, nem consigo acreditar. Agora Betany vai quase todo o dia à minha casa, tudo mudou, até as minhas roupas(essas EU comprei)! Também não falo mais com o Bryan, a Sarah e o Mattew, não sei porque eles não gostam da Betany.


    Luana Taquatiá

    ResponderExcluir
  16. - Fala sério Mary, olha no que ela te transformou! Toda arrogante, com roupinhas de marca, tipo ela! Na real, um clone dela!
    - Que transformação Sarah? Eu sou a mesma, nunca mudei!
    - Ah é? Então quando foi a última vez que tu compôs uma música? Ou ainda melhor, quanto tempo faz que tu não toca no teu violão? - fiquei em silêncio - Tu nãoé mais a mesma!
    Sarah tinha razão, eu REALMENTE não era mais a mesma, mas ela também não me perguntou se eu queria voltar a ser quem eu era...

    Luana Taquatiá

    ResponderExcluir
  17. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  18. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  19. Titulo - Saiyajins Invadem a Terra
    "Saiyajin chega na terra a procura de seu irmão
    Forçando Kakarotto a cumprir a missão
    Que foi dada, era acabar com os terráqueos
    declarando apenas que mate-os"
    (Flick - Dragon Ball Rap [Saga Saiyajins])
    Goku ou Kakarotto(Nome saiyajin) é surpreendido pela chegada de um ser extraterrestre que diz ser seu irmão Raditz e rapta seu filho Gohan e o ameaça, caso Goku não cumpra sua missão, mata-lo. Vendo que Goku não sabia de nada sobre seu passado ou historia, Raditz o explica que na verdade ele pertence a uma raça guerreira que invade e dizima a população de planetas com bons ecossistemas para vende-los.Conta também de sua missão que era matar todos os terráqueos e explica que o porque de ele não se lembrar de tudo isso, ele foi enviado a terra recém nascido porem sua nave apresentou uma falha e goku acabou batendo forte com a cabeça e perdeu sua memória.Goku recusa-se a cumprir a missão, então Raditz da um prazo de 24hrs para Goku mudar de ideia que como prova terá que matar no mínimo 100 pessoas caso contrario Raditz matara Gohan e depois todos na terra incluindo Goku.

    Goku se alia a Picollo e vão até onde Raditz está para derrota-lo, salvar Gohan e a Terra, chegando ao local da batalha Raditz prende gohan em sua nave espacial e a batalha começa. fica claro que Raditz é mais forte que Goku e Piccolo,Raditz estava prestes a matar Goku quando, Gohan mostra ter um poder oculto em situações extremas, arrebenta a nave e acerta Raditz com um poderoso ataque que o derruba por curto tempo, Goku e Piccolo nesse meio tempo tem um plano para derrotar Raditz utilizando a técnica especial de Piccolo que seria capaz de matar Raditz . Piccolo executa seu ataque porem Raditz consegue desviar de seu ataque facilmente,Goku percebendo a situação segura Raditz por trás para Piccolo acertar seu ataque assim se sacrificando para levar Raditz com ele. Momentos antes de Raditz morrer ele conta que em um ano mais dois Saiyajins chegarão a Terra para vinga-lo e que estes eram muito mais fortes que ele. Kuririn(o melhor amigo de goku) chega ao campo de batalha e promete a Goku que ira revive-lo com as esferas do dragão na hora certa para enfrentar os dois saiyajins que virão e Piccolo leva Gohan para treina-lo para a batalha contra os Saiyajins, Goku treinara no outro mundo com o Sr.Kaio(Deus da galáxia do norte)

    ResponderExcluir
  20. Um ano se passa e os guerreiros estão revivendo Goku com as esferas do dragão,porem Goku vai tardar a chegar para a batalha, Piccolo, Gohan e Kuririn se juntam a Yancha, Ten-shin-Han e Caos e vão ao encontro de Nappa e Vegeta(Os saiyajins que acabam de chegar na terra) para a batalha. No campo de batalha os saiyajins percebendo que os seis eram extremamente fracos perto deles(mesmo com todo o treinamento) não se deram o trabalho de lutar ao invés disso invocaram seus lacaios os saibamans que eliminaram Yancha rapidamente, Kuririn vendo seu amigo morrer se enfurece e acaba com os saibamans em seu surto de fúria, então Nappa começa a lutar contra os cinco, Caos percebendo a diferença de poderes utiliza um golpe suicida em Nappa que mal o arranha, com a morte de Caos, Ten-shin-han usa sua técnica especial contra Nappa, que também não faz nem sequer cosegas em Nappa, e esgota sua energia, sem energia Ten-shin-han é eliminado por Nappa restando apenas Kuririn, Gohan e Piccolo para lutar pela terra, Kuririn usa sua lança técnica especial em Nappa o kienzan que é capaz de corta-lo ao meio, porém Vegeta alerta Nappa para desviar do ataque e Nappa rapidamente desvia, Vegeta e Nappa decidem parar de brincar com os guerreiros e mata-los logo começando por Gohan que é um meio saiyajin, Nappa lança seu ataque em Gohan mas Piccolo interfere e recebe o ataque fatal no lugar de Gohan, Gohan vendo seu mestre cair ao chão libera sua fúria em um ataque desferido a Nappa que dessa fez se fere com o golpe porem aquilo não foi o suficiente para derrota-lo Kuririn e Gohan já sem esperanças torcem por um milagre, os guerreiros percebem que alguém esta se aproximando do campo de batalha, Gohan reconhece que a energia era de seu pai Goku que finalmente se juntou a batalha com duas Técnicas novas em seu arsenal o kaioken e a genki dama mais o seu novo poder que aumentou muito com o treino no outro mundo. A batalha recomeça Goku derrota Nappa facilmente utilizando o kaioken, Nappa implora a Vegeta que assuma a luta em seu lugar, Vegeta inconformado com a fraqueza de seu aliado o elimina com suas próprias mãos, então a grande luta começa Vegeta contra Goku, Goku mesmo utilizando seu kaioken não era pareô para Vegeta então Goku utiliza o kaioken aumentando 2x que traz grandes riscos para seu corpo ele chega perto do poder de Vegeta mas mesmo assim não é o suficiente, Vegeta entao decide destruir planeta inteiro de uma vez com seu poderoso ataque galik ho, Goku tenta rebater o ataque de Vegeta com um kamehameha, o poder de Goku não era suficiente para rebater a técnica de Vegeta, então Goku arriscando seu corpo mais ainda utiliza o kaioken aumentando 3x e manda Vegeta para os ares com seu ataque, todos pensaram que a batalha tinha acabado Goku estava acabado pelo uso do kaioken aumentado 3x, porem Vegeta estava vivo e com uma carta na manga sua transformação para Oozaru(um gorila gigante extremamente poderoso que somente saiyajins que não perderam suas caudas podem se transformar), Vegeta transformado em Oozaru massacra Goku que não pode se transformar porque perdeu sua cauda na infância, quando ninguém esperava surge um antigo amigo de Goku, Yajirobe que usa uma espada para lutar, e corta a cauda de Vegeta assim fazendo o mesmo perder sua transformação, Goku com suas ultimas forças faz uma genki dama e lança em Vegeta o ataque o fere porem Vegeta ainda estava de pé e não havia ninguém para derrota-lo, por sorte Gohan ainda tinha sua cauda de saiyajin que o permitiu se transformar em Oozaru e lutar contra o Vegeta enfraquecido pela batalha com Goku, Gohan consegue derrotar Vegeta porem perde sua transformação e se esgota de energia Vegeta vendo que morreria ali se arrasta até sua nave , Kuririn com suas ultimas forças está prestes a matar Vegeta quando Goku o impede e pede para que perdoem Vegeta e deixem ele ir para que um dia Goku e Vegeta possam lutar novamente, a pedido de Goku deixam Vegeta escapar e ir embora para seu planeta, com os saiyajins derrotados finalmente a Terra fica em paz.

    ResponderExcluir

Em breve seu texto será lido, criatura.
Abraço!
Lucas